A Quinta

Classificada desde 1983 como Cidade Património Mundial, pela UNESCO

A História da Quinta da Nasce Água

A Quinta da Nasce-Água deve o seu nome à nascente natural de água que guarda nos seus terrenos.

Era, na sua origem, uma quinta rústica, fértil e produtiva..

No século XVI foi instituída em vínculo por Rui Dias de Sampaio e, no final deste, foi herdada pela sua filha, aquando do seu casamento com Luís Homem da Costa Noronha. Permaneceu nesta família até ao séc. XIX.

Por volta do séc. XVIII, a renovada Nasce-Água recebe na sua casa de campo faustosa o Governador-Geral dos Açores, D. Diniz Gregório de Mello e Castro.
Nesta altura, na Quinta haviam terrenos de cultivo, pomares, hortas, ervas aromáticas e medicinais, latadas de vinha e flores.

Mais tarde, o Brigadeiro Inácio de Castil Branco adere ás novas tendências trazidas pelo século XIX, e planta flores exóticas, constrói o grande lago, cria jardins em socalco com taça de água, implanta moinhos, e cria um jardim de buxo. Transforma assim significativamente a Quinta, abrindo-a à curiosidade do público.

A casa, com a traça que exibe actualmente, é construída em 1899 por Emídio Lino da Silva, ao estilo característico desta época.
A Quinta ganha novos exemplares de vegetação exótica e o jardim aproxima-se daquilo que é hoje.

Passado algum tempo é herdada por D. Maria Luísa Baldaia, e mais tarde, pela sua neta Elisa que, com o seu marido João Coelho, empreendem grandes obras de reparação e restauro e convertem a quinta na primeira unidade de Turismo de Habitação dos Açores.

Quartos

Espaços

  • Jardim

    Os jardins da Quinta são o local ideal para esquecer o tempo e apreciara natureza de forma descontraída.

  • Sala de Estar

    Goze um fim de tarde ou um serão agradavel na nossa sala de estar.

  • Sala de Refeições

    Comece a manhã com um pequeno almoço num ambiente acolhedor.

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